Artefato obrigatório da transição quente (Princípio 01). A Ficha de Passagem é preenchida por Vendas e entregue ao CSM na etapa D0/D+1, junto com o e-mail de boas-vindas. Ela transporta, num formato único, tudo o que o CSM precisa para assumir a conta sem depender de conversa — e antecipa o gargalo mais comum da implantação: a credencial de API do ATS.
Campos obrigatórios
- Cliente — razão social e nome fantasia.
- Segmento — Enterprise / Middle / SMB (conforme critério de ARR; ver Área 2 · CSM).
- Plano e valor contratado (ARR).
- Escopo contratado.
- Sponsor e decisores — nome, cargo, e-mail.
- Expectativa / promessa vendida — o que foi prometido, em texto livre.
- North Star candidata — dentro dos 4 pilares (Assertividade, Adesão, Contratação, SLA).
- ATS utilizado pelo cliente — Greenhouse, Gupy, Inhire, SuccessFactors ou PandaPé (outras ficam sob análise do Tech).
- Status da credencial de API —
não solicitada/solicitada/recebida/bloqueada no TI do cliente. - Contatos operacionais — nome + e-mail.
- Data de assinatura (D0).
Por que os campos 8 e 9 existem
A DigAI integra com múltiplas ATSs, e a credencial de API é o gargalo mais comum da implantação: sua liberação pelo TI do cliente costuma levar mais tempo que a própria integração. Capturar o ATS e o status da credencial já no handoff antecipa a cobrança — em vez de descobri-la no kickoff.
Dependência declarada
O preenchimento exige contraparte em Vendas (a Sales Machine, fora do escopo deste Hub). Enquanto Vendas não adota a ficha formalmente, o CSM preenche o que conseguir e registra os campos ausentes como lacuna de handoff — não como informação inexistente. A lacuna precisa ficar visível para virar cobrança.
Registro: Vendas preenche a Ficha e registra em Ficha de Passagem + Zoho; o CSM valida no primeiro contato e registra pendências no Sheets (controle).